Domingo emocionante. E mais uma demonstração contra a intolerância.
Viva Olorum, Oxálá e Nhanderú. O Deus de todas as cores!
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
"INICIAÇÃO" DO NEABI UFMS
19 E 20 NOVEMBRO 2015
“INICIAÇÃO” DO NEABI UFMS
Seminário de lançamento do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Programação:
Dia 19 novembro: Banquete dos orixás (a partir das 18 horas): barraca de acarajé e outros alimentos de origem africana, apresentação tambores da Comunidade São João Batista; palestra com a professora Giovana Xavier (UFRJ).
Dia 20 de novembro: (a partir das 9 horas): Mesa redonda: Reeducação étnico-racial no ensino básico; Entrevista Pública com lideranças de movimentos sociais; palestra com o Professor Álvaro Pereira do Nascimento (UFRRJ).
INSCREVA-SE E RECEBA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA. : NEABI.UFMS@GMAIL.COM
SESSÃO SOLENE DIA 19 NOVEMBRO:
18 HORAS
PALESTRA COM PROFA. DRA. GIOVANA XAVIER (UFRJ): ”PROFESSORAS NEGRAS NA 1ª PESSOA: ENSINO DE HISTÓRIA DO PÓS ABOLIÇÃO E PESQUISA ATIVISTA”
MESAS REDONDAS SOBRE EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL E PROBLEMAS CONTEMPORÂNEOS DE ÍNDIOS E NEGROS EM MS
DIA 20 NOV: 16 HORAS
PALESTRA COM PROF. DR.ÁLVARO P. DO NASCIMENTO (UFRRJ)
“O JONGO, AS TERRAS E AS VIDAS DE JOVENS NEGROS: POSSIBILIDADES DE ATIVISMO CULTURAL E ACADÊMICO”
Local:
Auditório do CCHS
Câmpus Campo Grande
Breve, aqui programação detalhada.
domingo, 23 de agosto de 2015
Primeiro encontro presencial do curso Educação para as Relações Étnico-Raciais 2015: História e Culturas Africanas e afro-brasileiras
Ontem, 22 de agosto de 2015 (sábado) realizamos nosso primeiro encontro presencial no pólo de Campo Grande (MS) na Escola Estadual Maria Constança de nosso curso patrocinado pela SECADI/UAB por meio da EAD da UFMS.
Os presentes foram divididos em três grupos: acadêmicos de várias graduações; professores atuantes no ensino básico (de fundamental I a Médio) e educadores em espaços não formais.
Usamos a estratégia de nos colocarmos como mediadores de uma prática em sala de aula que incentive o aprendizado através da pergunta, problematizando nosso objeto de estudo: O Negro brasileiro no pós-abolição com abordagem que evitasse um ensino transmissivo,que privilegia a memorização de fatos, datas e conceitos.
Com isso,
pretendemos que nossos acadêmicos planejam planos de aulas e atividades de intervenção em suas comunidades que façam dos conteúdos acerca da história e cultura de africanos e afro-brasileiros, mais do que apenas mais um conteúdo exótico. Queremos que o aprendizado se transforme em ferramenta de transformação e de superação das desigualdades raciais em todos os níveis, em particular na escola.
Destacamos a presença de técnicos da Secretaria de Estado da Educação do Mato Grosso do Sul (SED-MS), ativistas do movimento negro, acadêmicos e professores do ensino básico que interagiram com nossos tutores e a equipe do curso com o objetivo de pensarmos juntos as intervenções nas escolas e em outros espaços de formação.
Nosso próximo encontro presencial será dia 19 de setembro das 8 as 17 horas na escola estadual Hércules Maymonedes, entre a Avenida Joaquim Murtinho e Eduardo Zahran, ainda na capital de MS.
A troca de saberes e práticas enriqueceu-nos a tod@s e esperamos ampliar esse tipo de ação para tirar as leis 10.639/2003 e 11.645/2008 dos gabinetes.
Axé à todos os que participaram e que nos acompanham!
Os presentes foram divididos em três grupos: acadêmicos de várias graduações; professores atuantes no ensino básico (de fundamental I a Médio) e educadores em espaços não formais.
Usamos a estratégia de nos colocarmos como mediadores de uma prática em sala de aula que incentive o aprendizado através da pergunta, problematizando nosso objeto de estudo: O Negro brasileiro no pós-abolição com abordagem que evitasse um ensino transmissivo,que privilegia a memorização de fatos, datas e conceitos.
Com isso,
pretendemos que nossos acadêmicos planejam planos de aulas e atividades de intervenção em suas comunidades que façam dos conteúdos acerca da história e cultura de africanos e afro-brasileiros, mais do que apenas mais um conteúdo exótico. Queremos que o aprendizado se transforme em ferramenta de transformação e de superação das desigualdades raciais em todos os níveis, em particular na escola.
Destacamos a presença de técnicos da Secretaria de Estado da Educação do Mato Grosso do Sul (SED-MS), ativistas do movimento negro, acadêmicos e professores do ensino básico que interagiram com nossos tutores e a equipe do curso com o objetivo de pensarmos juntos as intervenções nas escolas e em outros espaços de formação.
Nosso próximo encontro presencial será dia 19 de setembro das 8 as 17 horas na escola estadual Hércules Maymonedes, entre a Avenida Joaquim Murtinho e Eduardo Zahran, ainda na capital de MS.
A troca de saberes e práticas enriqueceu-nos a tod@s e esperamos ampliar esse tipo de ação para tirar as leis 10.639/2003 e 11.645/2008 dos gabinetes.
Axé à todos os que participaram e que nos acompanham!
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Reportagem da TV Record sobre o Quilombo Kalunga em Goiás: escravidão doméstica e sexual continuam
Apesar da situação não ser tão grave nos Quilombos que conheço em MS, a bem pouco tempo foi assim.
A causa quilombola ainda é causa do negro contra a escravidão.
Para dar audiência há ênfase grande nos abusos sexuais, não que não o ocorram, mas temos que ter cautela.
Nem tudo entre os quilombolas é apenas continuação da escravidão!
Assistam e divulguem:
https://www.youtube.com/watch?v=8-eyx-fbFec
A causa quilombola ainda é causa do negro contra a escravidão.
Para dar audiência há ênfase grande nos abusos sexuais, não que não o ocorram, mas temos que ter cautela.
Nem tudo entre os quilombolas é apenas continuação da escravidão!
Assistam e divulguem:
https://www.youtube.com/watch?v=8-eyx-fbFec
sábado, 6 de junho de 2015
Curso de História e cultura afro-brasileiras e africanas!
Prezad@s leitor@s:
Pessoal, estão abertas as inscrições para um curso da EAD-UFMS, coordenado por mim. Trata-se de curso de extensão com 180 horas em que pretendemos fazer de nossos encontros presenciais oficinas onde os educadores e demais interessados vivenciem a aplicação do tema em sala de aula.
Entre os temas tratados estão: o que é educação étnico racial? História dos negros no Brasil; História dos negros no Mato Grosso do Sul; História da África dentre outros assuntos.
Ajudem a divulgar e inscrevam-se no site:
http://eadserver.ead.ufms.br/wordpress/
Saudações!
Lourival Dos Santos
Entre os temas tratados estão: o que é educação étnico racial? História dos negros no Brasil; História dos negros no Mato Grosso do Sul; História da África dentre outros assuntos.
Ajudem a divulgar e inscrevam-se no site:
http://eadserver.ead.ufms.br/wordpress/
Saudações!
Lourival Dos Santos
Existem quilombos em MS?
O Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul (IHGB-MS) chegou a fazer uma reunião de diretoria para lançarem uma nota em que diziam que nunca existiram quilombos em MS. Devido ao fato que a escravidão teria sido muito pouco usado por aqui, segundo eles.
Ocorre que eles usaram um conceito "arqueológico" de Quilombo criado no século XVII quando os colonizadores o definiram como "grupo de escravos fugidos com seis ou mais pessoas".
Evidente que o escravo "fugido" não se considerava um criminoso.
A História do Quilombo dos Palmares é a mais famosa por causa da duração centenária da resistência daquela comunidade e dali em diante virou o paradigma de Quilombo, ou seja, todo Quilombo é ou foi como Palmares.
Ocorre que, mesmo após a abolição, grupos de negros adquiriam terras baratas em locais distantes (sim, eles compraram!) e lá formaram o que os antropólogos já chamaram de "comunidades rurais negras".
A constituição de 1988 em suas disposições transitórias determinou que o Estado brasileiro deveria reconhecer e delimitar todas as terras de "remanescentes" quilombolas....
Mas o que são remanescentes quilombolas.....Isto deu muita discussão e é para um próximo post.
Na sequencia publicarei algumas fotos de uma comunidade que para o IHGB-MS "não existe".
Até a próxima!
Prof. Lourival
Ocorre que eles usaram um conceito "arqueológico" de Quilombo criado no século XVII quando os colonizadores o definiram como "grupo de escravos fugidos com seis ou mais pessoas".
Evidente que o escravo "fugido" não se considerava um criminoso.
A História do Quilombo dos Palmares é a mais famosa por causa da duração centenária da resistência daquela comunidade e dali em diante virou o paradigma de Quilombo, ou seja, todo Quilombo é ou foi como Palmares.
Ocorre que, mesmo após a abolição, grupos de negros adquiriam terras baratas em locais distantes (sim, eles compraram!) e lá formaram o que os antropólogos já chamaram de "comunidades rurais negras".
A constituição de 1988 em suas disposições transitórias determinou que o Estado brasileiro deveria reconhecer e delimitar todas as terras de "remanescentes" quilombolas....
Mas o que são remanescentes quilombolas.....Isto deu muita discussão e é para um próximo post.
Na sequencia publicarei algumas fotos de uma comunidade que para o IHGB-MS "não existe".
Até a próxima!
Prof. Lourival
O negro como colonizador do Mato Grosso do Sul
Desde 2012, em parceria com meu amigo antropólogo Antônio Hilário Urquiza, temos visitado e pesquisado comunidades quilombolas aqui em Mato Grosso do Sul. Em um estado onde o agronegócio fala alto, estudar negros e índios é remar contra o interesse de muita gente!
Temos feito muitas visitas e, durante algum tempo divulgaremos detalhes aqui sobre essa pesquisa que deve ajudar professores a compreender melhor a realidade de negros que vivem em comunidade rurais e que, recentemente, passaram a ser alvo de políticas públicas.
Temos feito muitas visitas e, durante algum tempo divulgaremos detalhes aqui sobre essa pesquisa que deve ajudar professores a compreender melhor a realidade de negros que vivem em comunidade rurais e que, recentemente, passaram a ser alvo de políticas públicas.
Está aí uma forma didática de desconstruir o mito da meritocracia.
Sigam o link e vejam a história em quadrinhos:
http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/06/quadrinho-desconstroi-o-conceito-de-meritocracia/
http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/06/quadrinho-desconstroi-o-conceito-de-meritocracia/
terça-feira, 26 de maio de 2015
Princesas africanas
Vai uma dica de um aluno meu, o Guilherme Garnier, do curso de História de Três Lagoas, de um material muito bom sobre princesas africanas.
Belo antídoto para o branqueamento das brancas de neve...de Disney!
Acessemo livro. È grátis!
http://pt.slideshare.net/ReginaCeliRocha/princesas-africanas-livros-15285045
Belo antídoto para o branqueamento das brancas de neve...de Disney!
Acessemo livro. È grátis!
http://pt.slideshare.net/ReginaCeliRocha/princesas-africanas-livros-15285045
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
O PIBID de História do CPTL está sob nova direção!
Car@s leitor@s:
Nosso projeto PIBID/Historia da Escola Estadual João Dantas Filgueiras (JODAFI) chegou ao fim!
A partir deste mês de fevereiro de 2015 o PIBID passou para a coordenação de outra professora do curso de História do CPTL.
Continuaremos nosso trabalho com educação étnico-racial e pesquisas sobre racismo.
Agradecemos a companhia de noss@s leitor@s.
Abraço fraterno e que a passagem de Momo traga alegria a tod@s!
Por Prof. Lourival dos Santos
Nosso projeto PIBID/Historia da Escola Estadual João Dantas Filgueiras (JODAFI) chegou ao fim!
A partir deste mês de fevereiro de 2015 o PIBID passou para a coordenação de outra professora do curso de História do CPTL.
Continuaremos nosso trabalho com educação étnico-racial e pesquisas sobre racismo.
Agradecemos a companhia de noss@s leitor@s.
Abraço fraterno e que a passagem de Momo traga alegria a tod@s!
Por Prof. Lourival dos Santos
Coordenação do blog publica artigo sobre relaçães etnico-racias e ensino de História na Revista História em Reflexão da UFGD
O Número 16 da Revista História em Reflexão traz dossiê sobre Instituições e Ensino de História.
Um artigo de nossa autoria está lá: "Reeducação das Relações Raciais e Ensino de História:Reflexõesteórico-metodológicas sobre processos de formação docente em lugarfronteiras".
O artigo é ums síntese do trabalho de formação de professores sensíveis às diferenças raciais na escola que fizemos eu e a Professora Maria Lima nos últimos quatro anos no curso de História da UFMS de Três Lagoas.
Procuramos refletir sobre nossa experiência, fugindo de uma dimensão prescritiva vinda da academia e enfatizamos a reflexão encima de nossas ações de formação.
Leiam e divulguem:
http://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/historiaemreflexao/article/view/3815
Por Prof. Lourival dos Santos
Um artigo de nossa autoria está lá: "Reeducação das Relações Raciais e Ensino de História:Reflexõesteórico-metodológicas sobre processos de formação docente em lugarfronteiras".
O artigo é ums síntese do trabalho de formação de professores sensíveis às diferenças raciais na escola que fizemos eu e a Professora Maria Lima nos últimos quatro anos no curso de História da UFMS de Três Lagoas.
Procuramos refletir sobre nossa experiência, fugindo de uma dimensão prescritiva vinda da academia e enfatizamos a reflexão encima de nossas ações de formação.
Leiam e divulguem:
http://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/historiaemreflexao/article/view/3815
Por Prof. Lourival dos Santos
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Inserção na Prática da Escola Quilombola Antônio Delfino Pereira: Primeiros Passos
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